Não aguento sequer mais um poema entristecido
Mas sendo objeto
único da alma:
Essa dor do não
concebido,
A caneta em si não manifesta calma.
Poesia única de
romance
Escrevi pra quem eu nem
devia
Estar ou seguir a romantizar.
As decisões certas que só existem
Na
certeza das decisões
erradas,
Tão mais fáceis de
tomar.
Os dias têm sido
corridos
Se a confusão é o
que vamos contabilizar
Encontros tortos,
egos elitizados
Peças do xadrez em
uma partida falsa
Que começou
corrompida
E agora não sabe
que outro rumo adota.
Tudo se repete,
Até entre os que se
negam a repetir.
Os erros da
humanidade
Também existem por
aqui.
Famoso, formoso
Como quiser aparecer
Suprema ironia da
vida
São os detalhes do
coração
Que apenas no final,
na morte
Insistem em se fazer
compreender.
Mar ane Rocha.
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