Viver é não cansar de navegar.
Se por vezes me
assusto,
Logo ponho os braços,
Novamente, a comandar.
Esse barco quer ir
longe,
Sua capitã é uma
pirata.
Gosta de calor, batalha e prata.
Viajante dos mares obscuros,
Sobrevivente das tempestades.
Olhar taciturno de quem, há muito,
Também deixou pelo mundo irmandades.
Não nego a dor da
aventura
O moralismo na
censura
Desse questionado
caminhar
Ser resistência
É manter na
consciência
O que verdadeiramente importa.
A coisa primeira,
Primário sufoco,
De quem sufoca.
Mar ane Rocha.
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