A vida tem suas
formas
Não sei bem o que
ficou
Entre os fatos que
a história nos mostra
Frente a modernidade
posta
Tudo que vimos e que se vê de
horror
O que restou
Na sociedade que
concebemos
Que do passado
ficou?
Nada parece tão
presente
Em tudo que, no desenrolar, se instaurou
Lições,
experiências de dor
Que se repetem nessa
famigerada
História de
contínuo rancor.
Tudo muito moderno
O que se fala, como
se trabalha
Fica a ganância e
guerra de outrora
Para quem desses já
provou.
Matar o Homem
Para outros homens
Serve de cobertor
Euforia que persiste
Experiências
insistentes de terror
Vemos a guerra a todo tempo
Estampada nas
manchetes
Mundo afora, a
verdade é a morte.
Se pensamentos
habitam o século XXI
Outras nações não contam com mesma sorte
Vida que segue suas
alegorias
Sendo a morte e a exploração
Categorias de mais recorrente
E deplorável tirania
A ganância, o
dinheiro
São paralelos da categoria morte
Uma vez que não é
com a sorte
Que contam os
afortunados.
Residem na
exploração
Na servidão de
outrem
Para conseguirem o
almejado
No mundo material e
nada além
Seu status é fruto
das coisas que tem
Reprodutor de um
sistema
Da desigualdade que
o mantém
Mari R
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